E ai pessoal, tudo bem? Vim aqui hoje para compartilhar um texto poético que fiz. Acho que isso não vem ao caso, mas preciso explicar a situação na qual esse texto foi produzido.
Participei de um encontro o qual, em algum momento, sugeriu ao seus participantes que escrevessem o seu " Dharma" - muito sucintamente significa "missão de vida". A ideia era escolher alguns verbos que fizessem sentido para os participantes, depois construir e associar as frases com os verbos escolhidos para, enfim, produzir o seu "Dharma escrito". Cada pessoa montaria o seu texto sozinho. Inclusive, aconselharam a não compartilhar as produções, com exceção daqueles que se sentissem muito à vontade para isso. Uma produção normal (que foi dado como exemplo base para a elaboração dos textos) seria montada mais ou menos assim:
Verbo => Frase com o verbo => Associação das frases
Verbo:Aprimorar => Frase:Aprimorar a cada dia =>
Verbo:Ajudar => Frase:Ajudar o próximo =>
Associação:Aprimorar-me a cada dia visando ajudar o próximo
O texto que produzi - e confesso que ficou bastante diferente da proposta original - se encontra logo abaixo e seu assunto é, basicamente, como encontrar a felicidade, e não o meu "Dharma". (POR FAVOR, NÃO ME VEJAM COMO UM ESCRITOR DE AUTOAJUDA!) O meu texto não tem como objetivo ensinar às pessoa o caminho correto para se obter a felicidade - que, por sinal, jamais será encontrada de maneira igual para todos. Sua função, na verdade, é a de expressar-me. Somente isso.
Acredito que a felicidade seja a finalidade última de nossas ações. Tudo o que fazemos, tudo o que buscamos e tudo o que renunciamos, para mim, são meras intermediações para se alcançar a felicidade. Por isso, ela se torna a
finalidade última de nossas ações.
Ah! E antes que me esqueça, os verbos com os quais eu tive que produzir foram: amar, sonhar, renunciar, praticar, aprimorar, refletir, retornar, continuar, elogiar e inspirar.
"Não consegues achar a felicidade?Então ama o que fazes e sonha com isso.
Não consegues fazer o que no sonho amas?Então renuncia. Renuncia tudo. Tudo o que não convém; tudo o que magoas. Renuncia tudo o que o tempo para, a fim de que faças tudo, o que para no tempo. Mas não vejas na renúncia a desistência. Pois essa é não conseguir o que queres. Aquela, é não querer o que consegues.
Já renunciaste? Então pratica. Pratica tudo para o que amas e o que amas, em tudo. Aprimora-te. E quando achares que ainda não estás bom, reflete. Reflete sobre tudo o que erraste e o que erraste reflete tudo. Lembra-te que, antes de estar bom, deves estar bem.
Já refletiste? Então retorna. Recomeça. Continua. Ainda há tempo.Lembras-te? O tempo parou. Não fora tu quem quem fizeras o que para no tempo?
Já retornaste? Já recomeçaste? Continuaste? Então mantenha. Garanto que estás no caminho certo.
Conseguiste!? Fico feliz...mas esqueceste de algo fundamental...
(...)Ainda falta algo? Ainda não achaste a felicidade? Então partilha. De nada fará efeito, se não compartilhado. Olha a tua volta. Elogia para que sejas elogiado. Inspira para que sejas inspirado. E que eles elogiem outros, inspirem outros...
(...)(...)'Conseguiram?Fico feliz...' "
Bom pessoal, então é isso. Se, por ventura, alguém quiser participar dessa "brincadeira", façam o seguinte: pense em 10 verbos que, para você, tenham um sentido, um fim ou uma inspiração. Depois, organize-os formando frases como no exemplo acima. Por favor, se forem participar dessa "brincadeira", façam-na pensando em si, somente em si.
Espero que tenham gostado. Comentem o texto e deem suas opiniões; sintam-se livres.
Espero vocês nas próximas postagens.Até logo!
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Realmente... É bem difícil encontrarmos ou alcançarmos a nossa finalidade ultima... E muito difícil encontra la porque so quem viveu e passou por varias coisas e aprendizados da vida, é mais apto a ter ciência sobre ela... Há aqueles que confundem a felicidade ou finalidade ultima com a satisfação que objetos e sensações terrenas nos proporcionam... A felicidade vai alem disso e esse exercício dharma proposto é muito bom para distinguir esses dois caminhos!
ResponderExcluirよ!ゔぃゔぃあねしがひ!É um prazer ver você comentando! Ashitaka fica contente!. Na opinião de Ashitaka, nada é absoluto, ou seja, tudo é relativo, tudo depende de alguma coisa. Porém, existem coisas mais frequentes. Por exemplo, como você disse, Viviane, as pessoas confundem felicidade com satisfação proporcionada por coisas terrenas. Na maioria das vezes, isso não é suficiente. Seria muito exíguo e simplório ter como finalidade última a satisfação material. As pessoas acabam em infelicidade, uma vez que aquilo que achavam ser suficiente, não é. Mas Ashitaka acha sensato quem nunca teve acesso a um mínimo de bem estar material, ter como finalidade última a satisfação que os objetos proporcionam.
ExcluirEssa é a opinião de Ashitaka! ^ ^. De novo, ele agradece muito o seu comentário. Espero ver Viviane em breve!